29 de ago de 2011

A importância das vacina.

Desde crianças somos acostumados a tomar regularmente uma série de vacinas que ajudam nosso organismo a se defender de incontáveis doenças, vírus e bactérias. Porém, as vacinas não são apenas exclusividade dos seres humanos, elas são imprescindíveis para o desenvolvimento saudável de animais como cães e gatos.
Há uma lista incontável de doenças que podem ser evitadas pela vacina, entre elas, as que, infelizmente, mais matam os nossos amigos de quatro patas. Nos cães as mais comuns são: Parvovirose, Hepatite Infecciosa, Cinomose, Coronavírus, Leptospirose e Raiva, sendo que as duas últimas podem ser transmitidas para o homem.

UM CALENDÁRIO QUE PRECISA SER SEGUIDO:

Agora, uma das principais dicas para donos de animais de estimação: as vacinas obedecem a um calendário rígido. Por isso os donos devem ficar atentos:

Saiba antes que, para a aplicação ser bem sucedida, a saúde do animal deve ser avaliada. O filhote está se alimentando bem? Sua mãe é saudável. Por isso, uma visita ao veterinário é fundamental.

Algumas vacinas ainda precisam de reforço anual, como a antirrábica. Para facilitar, você deve ter a carteirinha de vacinação do seu animal sempre à mão.

Por último, ao comprar, adotar ou ganhar um bichinho, saiba se ele foi ou não vacinado. Assim você garante uma vida saudável para você, sua família e para seu grande amigo.

O ciclo de vida dos carrapatos.

É provável que você tenha uma boa idéia do que acontece com uma pessoa ou um animal se eles não recebem comida, eles passam fome até morrerem. Os carrapatos também podem passar fome até morrerem, mas esse processo costuma levar meses e até anos. No entanto, sem comida os carrapatos não podem fazer muitas coisas. Os carrapatos mostram exatamente que a comida funciona como uma fonte de energia. Os carrapatos precisam da energia do sangue para crescerem, se desenvolverem e depositarem ovos. Sem sangue, os carrapatos não podem fazer nenhuma dessas coisas.
O carrapato começa a sua vida como um ovo. Quando o ovo se abre, uma larva de seis patas surge. Apesar da falta de duas patas, a larva se parece muito com um carrapato adulto. Seu primeiro hospedeiro costuma ser um mamífero pequeno ou um lagarto, e ela precisa encontrar um hospedeiro para crescer. Depois de se alimentar, a larva volta para o chão para digerir a comida e começar a crescer. Depois de uma a três semanas, a larva faz a muda e se torna uma ninfa.

Uma larva de seis patas de um carrapato duro. Foto cedida por CDC/Doada pela Organização Mundial da Saúde.

Uma ninfa tem oito patas e parece uma versão pequena de um carrapato adulto. Ela tem de se alimentar de novo, geralmente de um outro mamífero pequeno, pássaro ou lagarto, antes que possa fazer a muda mais uma vez. Depois que a ninfa terminou de se alimentar, ela volta para o solo e continua o seu desenvolvimento. Algumas espécies de carrapatos moles fazem a muda várias vezes, consumindo sangue antes de cada uma delas. Depois de fazer a última muda, o carrapato se torna um adulto.
Um carrapato adulto tem um trabalho: se reproduzir. Em carrapatos duros, o carrapato fêmea se fixa em um hospedeiro e se alimenta por mais de 24 horas antes de se acasalar. O carrapato macho também se alimenta antes de se acasalar, mas ele costuma ter uma fração do tamanho da fêmea ingurgitada quando o acasalamento acontece. Freqüentemente, o macho morre depois de se acasalar e a fêmea morre depois de depositar algo em torno de 2 mil a 18 mil ovos. Os carrapatos moles são uma exceção. Muitas espécies de carrapatos moles se alimentam de um pouco de sangue várias vezes e depositam ovos diversas vezes. Esse é um motivo pelo qual os carrapatos moles não consomem tanto sangue de uma só vez e não ficam tão inchados quanto os carrapatos duros.
Os carrapatos duros e moles também têm diferentes métodos para encontrar hospedeiros.

O ciclo de vida do carrapato. Em algumas espécies, todos os estágios acontecem no mesmo hospedeiro. Em outras, os carrapatos voltam para o chão, fazem a muda (ecdise) e encontram um novo hospedeiro.


Uma larva de seis patas de um carrapato duro.

Porque os filhotes choram???

O choro do filhote tem finalidade muito clara: chamar a atenção da mãe em momentos de estresse causados por motivos como solidão, fome ou frio. A mãe, por sua vez, procura confortar prontamente o filhote que chora.

O novo proprietário, ao levar o cãozinho para casa, o separa da mãe e dos irmãos, colocando-o num ambiente completamente diferente, com outros cheiros e barulhos. Para piorar, na hora de dormir, muitas vezes o filhote é deixado sozinho, isolado de todos na área de serviço ou num quartinho. É natural que se sinta inseguro e chore tentando chamar a mãe.
Atitude dos proprietários
Ao ouvir o choro, os novos donos costumam ir ver se está tudo bem. Depois, deixam o filhote sozinho e ele chora outra vez. A cena se repete, deixando os moradores da casa irritados. E o cãozinho leva bronca a cada visita do dono, que quer silêncio. Alguns proprietários passam grande parte da noite e da madrugada nessa situação, torcendo para não arrumar encrenca com os vizinhos por causa do barulho e nem levar multa do condomínio. Outros desistem das idas e vindas e levam o filhote para dormir no quarto ou acabam pegando no sono ao lado do cão, no local onde ele está.

Estímulo involuntário
Em todas essas situações, o filhote logo relaciona o estar se esgoelando com a chegada de alguém. E, mesmo levando bronca, se sente gratificado. De tão assustador que é para ele ficar sozinho, a presença da pessoa é um alívio. A bronca acaba, portanto, tendo resultado oposto ao esperado. E incentiva a chorar mais em vez de acabar com o choro.
Ao sentir-se recompensado, o filhote pode aprender o tipo e a intensidade de choro que resultam em mais visitas, passando a utilizá-los com maior freqüência, para infelicidade de donos e vizinhos.

Como lidar com o choro do filhote.

A recomendação clássica é oferecer ao filhote um cantinho o mais aconchegante possível. Coloca-se no local um pano com o cheiro da mãe e dos irmãozinhos (esfrega-se o pano neles quando se vai buscar o filhote), uma bolsa de água quente e algo que faça um barulhinho capaz de distrair, como um relógio ou um rádio em volume bem baixo. Sempre que o filhote for deixado nesse local, a regra é ignorar os ruídos que faz para chamar a atenção, não o recompensando com visitações. Dessa maneira, espera-se conseguir que o choro acabe em algumas noites.
Leve-o para dormir com você
O filhote poupado de situações demasiadamente estressantes tende a ser mais confiante e corajoso, ao contrário do que alguns imaginam. Além disso, o estresse forte pelo qual passa o cãozinho que se desespera por estar sozinho pode também prejudicar o sistema imunológico, resultando em maior facilidade de contaminação por doenças e parasitas.

Atualmente, a recomendação é não deixar que o filhote se sinta completamente abandonado no período inicial da grande mudança que lhe foi imposta. Assim, nas primeiras noites, podemos permitir que ele durma na companhia de alguém. Mas o cão não deve atribuir isso ao fato de ter se esgoelado, caso contrário se sentirá estimulado a esgoelar cada vez mais.

O procedimento é gradual. Quando, alguns dias depois da chegada à nova casa , o filhote estiver familiarizado com ela e com os novos cheiros e barulhos, é levado para dormir em seu espaço definitivo. Já ambientado, ele não estará mais tão inseguro. E, se reclamar quando deixado sozinho, poderemos ser mais firmes para conseguir silêncio. Uma técnica é usar uma lata cheia de moedas e sacudi-la sempre que o filhote iniciar os latidos ou o choro. As broncas devem ser rápidas e secas, para evitar que ele se sinta recompensado por latir ou chorar.